FREERIDE E DIVERSÃO NAS MONTANHAS MÍTICAS DO PERU
Grupo de brasileiros encara uma viagem inesquecível com mais de 300km de downhill equipados com Specialized Big Hit 3
16 de outubro de 2009 - No mundo do surfe é muito comum os amigos se reunirem para viajar em busca de ondas perfeitas, as chamadas “surf trips”. E isso não é privilégio apenas dos atletas profissionais, pelo contrário, os amadores são os que se divertem neste tipo de jornada. E como não podia ser diferente, no mundo do mountain bike, esta prática de reunir os amigos para pedalar por “montanhas perfeitas” mundo afora é um fenômeno crescente.

O grupo de brasileiros realizou este sonho de pilotar bikes de freeride/downhill nas montanhas míticas do Peru.
“Fomos em 10 amigos que gostam de praticar o downhill extremo”, disse Carlos Lazzaro, que pilotou uma Specialized Big Hit 3, ano 2009, cedida pela Specialized Brasil. No grupo ainda continha uma Specialized Big Hit 2, além de outras bikes para freeride.

A viagem durou no total 7 dias, sendo 6 de pedal: “Andamos quase 300 quilômetros, somente por descidas técnicas, quase sempre na região leste do país, onde ficam as montanhas mais altas do Peru”, relata Lazzaro. “Passamos por desertos, túmulos do período pré-inca, aldeias totalmente isoladas, trilhas Incas, além de cruzar com vários nômades que até hoje habitam a região”, resume.
Além da grata experiência de pedalar por locais novos e se divertir na companhia dos amigos, esta “bike trip” percorreu três locais de destaque:
Olleros: “Este é um dos primeiros grandes downhills nos Andes, descoberto por pilotos locais. Está localizado a 230 km a leste da capital Lima sobre o Vale de Lurin, a uma altitude de 3.250m. Neste dia fizemos descidas com mais de 20 km de puro singletrack. Esta trilha termina na praia, nas águas frias do Oceano Pacífico, onde foi possível tomar um banho refrescante e comer o prato mais tradicional do Peru: o ceviche”, explica Carlos.

Marcahuasi: “Saímos de Lima e viajamos por 6 horas até San Pedro de Casta ( 3.150m). Este lugar é especial por muitas razões: o topo da montanha é uma bela floresta de pedra com lotes de Zoomorphic e Anthropomorphic (figuras esculpidas na rocha)”, declara Lazzaro que revela o misticismo do lugar: “O lugar é considerado um ponto de contato com outros mundos, onde os Xamãs e os Curandeiros fazem seus rituais”, dispara o piloto que acrescentou: “Após chegarmos ao povoado, ainda subimos por mais 2 horas a cavalo até o topo da montanha, a 4.200 metros de altura!” Com tudo isso, a descida só podia ser inesquecível: “passamos por túmulos pré-incas, lagos a mais de 4.000 metros de altura e descemos por trilhas com muitas pedras até a cidade de Santa Eulália Huinco”, lembra.
Cusco: “Esta cidade foi a capital do Império Inca por centenas de anos, até os espanhóis chegarem a região e destruírem a maioria dos templos, explica Lazarro que chegou a pilotar numa montanha coberta por neve. “Na região de Cusco, andamos nas localidades de: Lares, Chinchero, Yuncaypata, Maras e Pisac. E também fizemos por duas vezes a trilha do Mega Avalanhce, onde é disputada todo ano uma corrida de downhill, onde todos os competidores largam juntos!”
A viagem foi inesquecível e para sua realização contou com toda estrutura local e apoio da Specialized Brasil, que cedeu a Specialized Big Hit 3. “Durante os percursos, foi preciso descer com mochilas de hidratação, roupa de frio e capa de chuva, pois o clima era muito instável. Além disso nosso amigo peruano tinha grande experiência na região, sempre equipado com o kit de primeiros socorros, um telefone via satélite e alimentos”, conclui Lazzaro.

Por fim, cabe destacar que a Specialized Big Hit 3 comprovou ser uma ótima parceira para divertir-se por freerides em qualquer lugar do mundo. A Big Hit 3 tem o quadro com o centro de gravidade rebaixado, de modo que proporciona conforto, além da máxima estabilidade e controle. Além disso, a geometria com o tubo superior baixo ajuda na mobilidade sobre a bike para vencer trilhas de freeride mais técnicas ou mesmo encarar umas provas de DH eventualmente. A suspensão traseira FSR com curso entre 170 a 190 garante controle e máxima agilidade. Para mais informações, consulte o site da Specialized Brasil: www.specialized.com.br
Alguns vídeos foram produzidos para registrar a viagem, seguem alguns links que valem a pena conferir:
Fonte: Specialized Brasil / MBike Comunicação (www.bikenamidia.com)
Fotos: Carlos Lazzaro/divulgação
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